sábado, 30 de abril de 2016

Roteiro Turístico, sobre a angústia da escrita

Eis então, que depois de colecionar quatro anos de rabiscos dispersos tomo a coragem de escrever um artigo o que tenho pensado acerca do tema roteiro turístico.

Dou a impressão de escrever muito depressa, mas escrever sobre roteiro turístico me traz um sofrer imenso...

Há sempre um limite nas páginas que posso escrever e mesmo que escrevesse 300 páginas, ainda assim isso não retrataria a verdade, senão a desordem de meus pensamentos em uma tentativa vã de organização do saber, tão disperso, tão ignorado, tão banalizado.

Este escrito é para mim um desafio, e não resposta.

Ao contrário de muitas outras publicações em que as considerações são finais, as minhas são pontos (no plural) de partida, pois ainda restam muitas incertezas e outras inúmeras contradições, para as quais ainda não tenho repsostas, mas também não sei se são de respostas que eu preciso.

Mas assim é que se faz ciência, e talvez este seja seu grande mérito: nunca se encontra o que se procura. No meu caso, eu sempre encontro o que não procuro e me vejo ali, em meio a um vespeiro, ou abrindo a caixa de Pandora.

Quando penso estar frente ao simples e ao óbvio, me dou conta que inverter o problema se faz necessário.


Resta, portanto, a angústia, própria de um pensamento inacabado, que não pode, por sua complexidade, abarcar o todo.

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